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Samsung Galaxy Tab S10 Ultra vs iPad Pro M4: qual tablet entrega mais — e por quê?

comparativo

Galaxy Tab S10 Ultra

diferenças

iPad Pro

vs

Escolher um tablet topo de linha hoje em dia virou quase um teste de personalidade. Se você está tentando decidir entre o Samsung Galaxy Tab S10 Ultra e o iPad Pro M4, a coisa não é simples. Os dois são absurdamente potentes, com telas incríveis, construção premium e aquele ar de “sou quase um notebook, só que mais bonito”. É como colocar dois carros esportivos lado a lado e perguntar: qual é o mais rápido? Depende do circuito, né?

A primeira vez que colocamos os dois lado a lado, a reação foi: “Uau, isso é surreal.” O Galaxy Tab S10 Ultra impressiona com uma tela gigantesca e visual imponente, enquanto o iPad Pro M4 parece ter saído de um laboratório da Apple onde tudo é calculado ao milímetro. Só que aí a gente começa a usar. E testar. E perceber como cada detalhe tem um impacto no uso do dia a dia.

É exatamente isso que vamos fazer aqui: comparar cada pedacinho desses dois titãs da tecnologia pra entender quem entrega mais — e em que ponto cada um escorrega.

Conteúdos

Dois estilos de gigantismo

Samsung Galaxy Tab S10 Ultra vs iPad Pro diferenças

A primeira impressão nunca engana, e aqui ela grita: são dois tablets gigantes. Mas com propostas bem distintas. O Galaxy Tab S10 Ultra é… enorme. São 14,6 polegadas de tela Super AMOLED, com um corpo que não tenta disfarçar o tamanho. Ele ocupa espaço, chama atenção e, quando você segura, sente o peso da responsabilidade — literalmente.

Já o iPad Pro M4 segue por outro caminho. Ele não quer ser o maior, quer ser o mais prático. Com 13 polegadas de tela e apenas 1,28 pounds (cerca de 580g), ele parece leve até demais para o que entrega. E isso, se você pensa em mobilidade, é ouro.

Ambos têm acabamento premium, com bordas finíssimas, estrutura metálica e sensação de luxo. Só que o Galaxy é mais espesso, mais pesado e, por consequência, menos confortável para uso prolongado na mão. Em compensação, a presença dele na mesa é marcante. Você olha e pensa: “isso aqui é coisa séria.”

Já o iPad Pro M4 se encaixa em qualquer lugar e pesa menos até que algumas capas de notebook. Pra quem vai usar no colo, no sofá ou no metrô, isso pode mudar completamente a experiência.

Tamanho ou brilho? A batalha das telas

É impossível não se perder nas telas desses dois modelos. A do Galaxy Tab S10 Ultra é quase um cinema portátil. São 14,6 polegadas de painel Super AMOLED, com resolução de 2960 x 1848 pixels e taxa de atualização de 120Hz. Tudo aqui é grande: a tela, as cores, o impacto visual.

Mas o iPad Pro M4 contra-ataca com outra arma: o brilho. Sua tela Tandem OLED de 13 polegadas, com 2752 x 2064 pixels e também 120Hz, atinge mais de 1500 nits em HDR — praticamente o dobro do Galaxy, que fica em torno dos 775 nits. É luz demais. Mesmo sob sol forte, o conteúdo salta da tela como se fosse retroiluminado por mágica.

A fidelidade de cores do Galaxy é ligeiramente superior, com cobertura quase total da gama DCI-P3, o que agrada quem trabalha com imagem e edição. Mas não adianta muita coisa se você não conseguir enxergar isso tudo num ambiente claro.

No fim, a pergunta é: você prefere uma tela gigantesca com cores precisas ou uma menor que parece brilhar por dentro? Cada uma tem seu apelo, e depende muito de onde e como você costuma usar o tablet.

O peso do desempenho

Samsung Galaxy Tab S10 Ultra vs iPad Pro comparação

Aqui não tem como fingir que é equilibrado. O iPad Pro M4 está em outro patamar. O chip Apple M4 atropela o MediaTek Dimensity 9300+ do Galaxy Tab S10 Ultra em praticamente todos os testes. Seja em benchmark sintético ou uso real, a diferença é gritante.

A fluidez ao abrir múltiplos apps, renderizar vídeo, trabalhar com arquivos pesados ou até brincar com inteligência artificial local é visivelmente maior no iPad. É como se ele tivesse sempre uma reserva de potência, por mais que você puxe.

O Galaxy responde bem nas tarefas cotidianas. Ele segura edições de fotos, vídeos, jogos pesados e multitarefa com competência. Mas em momentos mais exigentes, como quando abrimos quatro apps em tela dividida enquanto exportávamos um vídeo 4K, ele engasgou.

A arquitetura do M4 é tão otimizada com o iPadOS que parece que tudo ali foi feito pra funcionar junto — e foi mesmo. Se você precisa de um tablet que funcione como um computador de bolso, essa diferença de performance não é só detalhe. Ela muda o jogo.

Quando a bateria entra no ringue

Samsung Galaxy Tab S10 Ultra vs iPad Pro diferença

Bateria é sempre aquela coisa invisível, mas que define como a gente usa qualquer dispositivo. No iPad Pro M4, a autonomia passou de 13 horas em testes com brilho médio e navegação constante. A gente passou um dia inteiro com ele na mochila, assistiu vídeo, usou o Safari, editou imagem e ainda sobrou carga.

Já o Galaxy Tab S10 Ultra resistiu por cerca de 9 horas e 22 minutos nas mesmas condições. Não é ruim, mas num dia longo, essa diferença se faz sentir. Principalmente se você está longe de uma tomada.

Curioso como o Galaxy, mesmo sendo maior fisicamente, não conseguiu empurrar uma bateria mais generosa. A Apple continua imbatível no casamento entre hardware e software para economizar energia sem sacrificar desempenho.

Se o seu dia é puxado e você quer esquecer o carregador, a escolha aqui é meio óbvia — o iPad aguenta mais.

Câmeras que surpreendem (e não só pra selfies)

Ninguém compra um tablet pela câmera. Mas… a gente usa, né? Seja pra escanear documentos, fazer reuniões no Zoom ou registrar uma ideia rapidamente. E nesse ponto, os dois vão além do básico.

O iPad Pro M4 tem um conjunto traseiro com 12MP + 10MP ultrawide e uma frontal de 12MP com sensor TrueDepth. A imagem é nítida, estável, e o enquadramento automático nas videochamadas é uma delícia.

O Galaxy Tab S10 Ultra vem com 13MP na câmera principal, 8MP na ultrawide e uma frontal dupla — com uma lente dedicada a enquadramentos mais abertos. Isso ajuda muito em chamadas em grupo ou quando você precisa mostrar mais do ambiente.

A diferença de qualidade não é enorme, mas a experiência no iPad é mais “redondinha”, com foco mais rápido e melhor integração nos apps nativos.

Pra quem usa o tablet pra reuniões ou aulas, o iPad acaba sendo mais confiável. Já o Galaxy oferece um pouco mais de flexibilidade em ângulo e abertura.

Extras que fazem diferença

Samsung Galaxy Tab S10 Ultra vs iPad Pro comparativo

Chegamos na parte onde cada detalhe pesa — e não é pouco. O Galaxy Tab S10 Ultra já vem com a S Pen na caixa. E isso é um baita diferencial. Escrever, desenhar, rabiscar ou até navegar com mais precisão fica muito mais natural com a caneta da Samsung.

O iPad Pro M4, por outro lado, exige a compra separada do Apple Pencil (que não é nada barato). Sim, a integração com o sistema é impecável, mas você precisa investir mais pra ter a mesma funcionalidade básica.

Na conectividade, os dois são modernos. Ambos contam com portas USB-C compatíveis com Thunderbolt 4, permitindo transferências rápidas e uso de acessórios profissionais. Mas o iPad ainda leva um extra com versão compatível com 5G, ideal pra quem usa o tablet longe do Wi-Fi.

O Galaxy até tem modelos com 5G, mas não são tão amplamente distribuídos — e isso limita um pouco. Outro detalhe é a integração com o ecossistema. Se você já tem um iPhone, Mac ou Apple Watch, o iPad conversa com tudo isso sem esforço.

E aí, qual leva a melhor?

A verdade é que a gente entrou nessa comparação achando que seria uma disputa cabeça a cabeça. Mas não foi. O iPad Pro M4 está em outro ritmo. Ele é mais leve, mais rápido, mais eficiente e tem uma tela que… parece acesa por dentro. A experiência de uso é tão consistente que a gente esquece que está com um tablet — e começa a usá-lo como um computador.

A diferença de performance do M4 não é só um número bonito em gráfico — é algo que você sente no dia a dia. Seja num app pesado ou ao trocar entre tarefas com fluidez, o iPad responde com aquela precisão que só a Apple costuma entregar.

Claro, o Galaxy Tab S10 Ultra tem seus trunfos. A tela gigantesca é um espetáculo visual. A S Pen inclusa é uma vantagem real. E o design imponente agrada quem quer um tablet que seja também uma estação criativa. Mas no conjunto da obra, ele parece sempre estar correndo atrás.

O iPad não só é melhor — ele é mais estável, mais integrado, mais pronto. Ele dá menos margem pra erro, menos cansaço visual, menos frustração com bateria. É um tablet que parece saber o que você quer fazer antes de você mesmo saber.

E isso, no fim, é o que mais pesa.